8.8.09

Resenha de "A câmera e a pena" no JB

Hoje no Jornal do Brasil, Duílio Gomes, escritor e jornalista mineiro, faz uma resenha de meu novo livro. Quem quiser conferir, clique aqui.

Se eu fosse carola. Ou seu fosse chegado em misticismo de qualquer tonalidade, eu diria que tem coisa aí. Sabe por quê?

No caderno Idéias e Livros do JB, onde está a matéria, estão também: Bernardo Ajzenberg, Ieda Magri, Didi e Armando Freitas Filho. E daí? Vamos por parte:

1) Sou botafoguense, Didi, nosso ídolo;

2) Duílio Gomes e Bernardo Ajzenberg foram as primeiras pessoas que fizeram resenhas de livros meus, no caso de Contos de homem, lançado em 1995. O Duílio no Estado de Minas, o Bernardo, na Folha de São Paulo. No JB de hoje, Duílio fala de mim, Bernardo dá entrevista sobre seu novo livro, Olhos Secos (Rocco);

3) Ieda Magri foi minha colega no jornal de bairro do Rio de Janeiro (Folha Carioca). Lá, antes de compromissos do doutorado inviabilizarem sua permanência, ela fazia resenhas de livros. Ela, numa só matéria, falou de meus dois primeiros livros, Contos de homem e Estão todos aqui; e, por fim,

4) Eu sempre gostei da poesia do Armando. No Conto de homem tem um texto que é dedicado a ele e ao Tom Jobim. O João Gilberto Noll, que escreveu o prefácio do meu livro, disse que o Armando iria gostar de ver o conto. Mandei o livro pra ele. O destino (ou Deus, ou Jesus que é o senhor, ou Buda, ou a sorte) fez com que minha filha fosse colega de sala de Carlos, filho do Armando. Passamos a nos relacionar, não com intimidade, mas com alguns bons encontros.

Para terminar... vocês acham que foi a mão de Deus?
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