Meus livros



Lancei três livros comerciais: Contos de homem (1995, Aldebarã); Estão todos aqui (2005, Ed. Bom-Texto); e A câmera e a pena (2009; Cais Pharoux). E dois não comerciais, estes sempre na companhia de um grupo de escritoras que conheci por volta de 1987. Os livros são "A palavra em construção" (1991; livro-brinde de uma empresa de Construção Civil) e "Amores vagos" (2010). Este faz parte de um projeto de comemoração dessa amizade e que consiste na edição e distribuição gratuita dos livros. O projeto atende pelo nome de Estilingues.



Trecho da orelha escrita por Antonio Barreto: Você inverte as coisas. Faz a literatura se servir de si mesma para a fabulação de uma/duas história(s). Depois, brinca e goza com o leitor. (Faz o leitor fazer sua própria fabulação e bota a gente dentro de um mundo que, como sabemos, é só de uns poucos “escolhidos”. E desfabula… deixa a gente pegar sua câmera e sua pena e ir fazer/refazer nosso filme…).

Do cão! Arrasou!


Onde comprar: Editora Cais Pharoux. Ou faça contato comigo pelo e-mail xanbran@gmail.com ou pelo facebook.










Trecho de resenha escrita por Ronaldo Cagiano: Detido numa fiel abordagem dos territórios afetivos, o autor prescinde de um apelo à acrobacia da linguagem - recurso muito em voga na prosa atual e que serve apenas para escamotear a falta de talento - concentrando-se na trama, na elaboração de uma história que tenha foco no humano e suas múltiplas re(l)ações cotidianas. Trata dos dramas e dificuldades psicológicas do ser dentro de uma perspectiva estética em que as perdas e os fracassos são evocados com sutileza sentimental, ao mesmo tempo em que impinge certa dose de humor, em contraponto à dureza dos conflitos. 



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Trecho da orelha escrita por João Gilberto Noll: Se for assim, o que as narrativas deste livro almejam não é exatamente a crônica da cidadania masculina. Contos de homem talvez esteja entranhado em outro solo ficcional: o daquele terreno desavergonhado de nossas obsessões deformantes e intransferíveis, aquele terreno movediço que se mostra voraz para descrever a indisposição por nos situarmos num corpo com escassas geografias a mais do que a do sexo ... um sexo que nos obriga a esse afã de experimentá-lo por todos os buracos e poros que constituem a materialidade do reduzido legado humano.


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