16.10.08

Sempre a crise





Vamos pensando sobre a crise. Dessa vez, encontrei em José Paulo Paes, poeta, uma preocupação de 1973. Das duas uma: ou o poeta vislumbrou o dia de hoje; ou as coisas se repetem (como farsa?). Fico quieto, fala Paes.



Seu Metaléxico


(José Paulo Paes, Meia Palavra, 1973)



economiopia
desenvolvimentir
utopiada
consumidoidos
patriotários
suicidadãos


Fiquem com a carinha do poeta lá em cima. E até breve.



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